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Oeste-Leste e Norte-Sul

24/08/2010

A Valec recebeu ontem (23) as propostas para a construção dos trechos da Ferrovia de Integração Oeste-Leste entre Ilhéus e Barreiras, na Bahia, e da Ferrovia Norte-Sul ligando Ouro Verde, em Goiás, até Estrela do Oeste, em São Paulo.

Dez consórcios apresentaram propostas para a construção do trecho de 670 km da Ferrovia Norte-Sul. A obra está estimada em R$ 2,2 bilhões e foi dividida em cinco lotes.

Fazem parte do lote 1 os consórcios Pavotec/Ourivio/Tejofran/Fuad Rassi/Sobrado; Aterpa/Ebate; Torc/Ivaí/Cavan; Estrutural/Acciona; Mendes Junior Trading; Ferrosul (Queiroz Galvão/Camargo Correa); CR Almeida. Do lote 2: Pavotec/Ourivio/Tejofran/Fuad Rassi/Sobrado; Egesa/Carioca/Constran; Torc/Ivaí/Cavan; Mendes Junior Trading; SPA/Delta Engenharia; Ferrosul (Queiroz Galvão/Camargo Correa). Do lote 3: Pavotec/Ourivio/Tejofran/Fuad Rassi/Sobrado; Egesa/Carioca/Constran; Torc/Ivaí/Cavan; Estrutural/Acciona; SPA/Delta Engenharia; Ferrosul (Queiroz Galvão/Camargo Correa). Do lote 4: Pavotec/Ourivio/Tejofran/Fuad Rassi/Sobrado; Egesa/Carioca/Constran; Torc/Ivaí/Cavan; Ferrosul (Queiroz Galvão/Camargo Correa). E do quinto e último lote fazem parte Pavotec/Ourivio/Tejofran/Fuad Rassi/Sobrado; Egesa/Carioca/Constran; Torc/Ivaí/Cavan; Tiisa Triunfo Iesa Infraestrutura.

Já para a construção do trecho de 1.022 km da Ferrovia de Integração Oeste-Leste 12 consórcios apresentaram propostas.

O trecho foi dividido em sete lotes. O lote 1 é composto por Estrutural/ Acciona; Pavotec/ Ourivio/ Tejofran; SPA/ Delta/ Convap; Andrade Gutierrez/ Barboza Mello/ Serveng; Bahia Fer (Queiroz Galvão/ Camargo Corrêa). O lote 2 tem como membros Estrutural/ Acciona; Pavotec/ Ourivio/ Tejofran; Andrade Gutierrez/ Barbosa Mello/ Serveng; Bahia Fer (Queiroz Galvão/ Camargo Correa); Galvão/ OAS. O lote 3 conta com os consórcios Ferrovias do Brasil (Paulista/ Somague/ Embratec/ Top/ Paviservice); Estrutural/ Acciona; Pavotec/ Ourivio/Tejofran; SPA/ Delta/ Convap; Torc/ Ivai/ Cavan; Galvão/OAS.Já o lote 4 tem Mendes Junior/ Sanches Tripoloni Fidens; Constran/ Egesa/ Pedrasul/ Estacon/ CMT; Estrutural Acciona; SPA/ Delta/ Convap; Andrade Gutierrez/ Barbosa Mello/ Serveng; Bahia Fer (Queiroz Galvão/ Camargo Corrêa); Galvão/ OAS. No lote 5 estão os consórcios Mendes Junior/ Sanches Tripoloni/ Fidens; Constran/ Egesa/ Pedrasul/ Estacon/ CMT; Estrutural/ Acciona; Pavotec/ Ourivio/ Tejofran; Andrade Gutierrez/ Barbosa Mello/ Serveng; Bahia Fer (Queiroz Galvão/ Camargo Corrêa); Torc/ Ivaí/ Cavan; Galvão/ OAS. No lote 6 estão Constran/ Egesa/ Pedrasul/ Estacon/ CMT; Pavotec/ Ourivio/ Tejofran; Bahia Fer (Queiroz Galvão/ Camargo Corrêa); Torc/ Ivaí/ Cavan. E por último o lote 7 com Techint Engenharia/ Techint Compañia Técnica; Pavotec/ Ourivio/ Tejofran; Torc/ Ivaí/ Cavan; Oeste-Leste Barreiras (Tiisa/ Cowan/ Almeida Costa/ Trier/ Pelicano).

O custo do trecho da obra Oeste-Leste está estimado em R$ 4,2 bilhões. O principal produto a ser transportado será o minério de ferro. A Bahia Mineração pretende transportar pela ferrovia 19,5 milhões de toneladas de minério de ferro de sua mina em Caetité (BA) até o terminal de embarque de Ponta da Tulha, no litoral do mesmo Estado.

A Oeste-Leste ligará Ilhéus (BA) a Figueirópolis (TO), ligando com a Ferrovia Norte-Sul.

A Norte-Sul foi projetada para promover a integração nacional, minimizando custos de transporte de longa distância e interligando as regiões Norte e Nordeste às Sul e Sudeste, através das suas conexões com 5 mil quilômetros de ferrovias privadas.

O prazo para recursos das duas licitações será de cinco dias úteis.




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 Comentários
27/08/2010 -  Comentário de gilberto garcia gomes -

virou uma festa,quero saber como sera as fabricas de dormentes que não justifica o investimento para um pequeno trecho.
25/08/2010 -  Comentário de Marciano da Silva Barreto -

A construção dessas ferrovias é um exemplo do que podemos fazer com apenas um quinto do valor da construção do TAV RJ-SP/SP-RJ. Razões pra deixar o TAV para um segundo plano não faltam. Falta agora o Governo deixar seu egoísmo de lado e ver o que realmente se precisa fazer no Brasil em termos de obras de infra-estrutura.

Marciano Barreto
Ferroviário



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