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MMX Mineração assume operação da E.F. Amapá

30/03/2007

Dizem por aí que um gato tem sete vidas e parece que uma ferrovia vai pelo mesmo caminho. Pelo menos parece ser o caso da E. F. Amapá. A empresa foi construída na década de 1950 para transportar minério de manganês e o transportou durante quase 50 anos; o minério acabou, a concessão também, a ferrovia voltou a ser estatal e o Estado descobriu que ela dava prejuízo em parte por não ter grandes cargas para transportar e em parte porque o mesmo estado construiu uma rodovia paralela à linha férrea. O Estado então fez uma nova concessão para uma empresa que acabou desistindo da mesma e agora a concedeu a MMX Mineração.

A MMX Mineração é uma empresa que tem recursos e pretende, associada a Cleveland Cliffs, explorar uma mina de minério de ferro situada a cerca de 100km à oeste da Serra do Navio, terminal da Amapá. No total, entre investimentos na ferrovia, terminal portuário, mina de minério de ferro, usinas de ferro gusa e de semi-acabados as duas empresas investirão US$ 915 milhões. Ou seja, enquanto nos tempos do minério de manganês o estado só o exportava, agora poderá haver um começo de industrialização na região criando riquezas e empregos numa região carente.

 

A ferrovia que se acha semi-abandonada e em estado precário será totalmente reconstruída e modernizada. O transporte entre a mina e a ferrovia será feita de caminhão. Dependendo da quantidade e qualidade do minério da mina da MMX, poderia valer a pena estender a ferrovia, mas uma concessão de apenas 20 anos torna essa medida difícil; seria o caso de negociar uma concessão maior, se houver minério em quantidade e qualidade que justifiquem a extensão.

 

Uma curiosidade: a Amsted-Maxion, maior fabricante de vagões do país, ao anunciar suas vendas de vagões em janeiro, mostrou que sua maior venda foi para a Amapá. Foram apenas 82 vagões, indicando que o boom de vendas de vagões que ocorreu em 2004/5 acabou.

 

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 Comentários
12/04/2007 -  Comentário de Ailton Roberto Orlando -

Após o comentário do Regis só resta dar os parabéns a ele pois é exatamente o que vai ocorer. Fato este que já ocorreu sobre diversas ferrovias privatizadas.
Ailton Roberto
11/04/2007 -  Comentário de Moacir Porto Ferreira -

Uma ferrovia é extremamente importante para a Logistica de um Pais. Fico feliz ao ver uma empresa relativamente nova acreditar no pais e enfrentar todo tipo de entrave que vai surgir (conforme bem disse o Regis abaixo)e apostar vultuosos recursos (uma vez que manutençao ferroviária é muito cara) na recuperaçao de uma ferrovia sucateada. Como contra-balanço, a sugiro a MMX a pensar na trafego de passgeiros tambem, como ocorre na EFC e na EFVM, nao concorrente com os trens de carga, e investir nisto também, nao como forma de retorno, mas como o compromisso de integrar uma regiao que nao possui muita coisa a oferecer a seus cidadaos.Isto seria o ápice do desenvolvimento sustentável.
02/04/2007 -  Comentário de Regis F R Braga -

Escrevam: a hora que a EF Amapá começar a elevar o padrão de qualidade no transporte de carga - investindo na recuperação da via permanente, adquirindo tração e vagões novos, instalando equipamentos de sinalização e controle modernos, gerando novos empregos, recolhendo tributos, enfim contribuindo para a melhoria da do Amapá e do País - vai aparecer no mínimo um senadorzinho qualquer dizendo que a privatização não deu certo, que o concessionário não se preocupa com o desenvolvimento e bem-estar das comunidades lindeiras, que o frete cobrado pela ferrovia está caríssimo, que a MMX só se interessa por transportar minério, e outras diatribes que só as "viúvas-chorosas" do Estado-Elefantástico tem a capacidade de - pasmém! - acreditar e proferir. Quem, relamente, tem consciência da importância das ferrovias no universo econômico nacional, que torça para que a MMX se dê bem, para que a EF Amapá transporte muito minério, antes que um "pai-da-pátria" resolva "salvá-la" da eficiência privada!



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