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	<title>Comentários sobre Revista Ferroviária</title>
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	<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog</link>
	<description>Blog oficial do site revistaferroviaria.com.br</description>
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		<title>Comentário sobre Uma (curta) ferrovia-chave para o mercado interno por Carlos Antonio Pinto</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=145&#038;cpage=1#comment-2130</link>
		<dc:creator>Carlos Antonio Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 14:14:43 +0000</pubDate>
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		<description>Existem muitas maneiras de desconversar um assunto. Dizer que uma ferrovia &quot;Varginha/Poços de Caldas&quot; resolve o problema que temos e aplica a solução  que apontamos é desconversar totalmente. Entre Varginha e Poços de Caldas não há topografia  favorável - só milhões e  milhões de toneladas de minério de ferro justificaria um investimento ferroviário ali. Pra piorar, o trecho Poços de Caldas/MG a Aguaí/SP  é de perfil anti-econômico; sinuoso e acidentado; coisa de 150 anos atrás - não atende demanda alguma. Se existe &quot;lei e mapa&quot; apontando ferrovia ali é porque foi feito sem estudo, apenas pegando o ponto mais próximo entre as vias &quot;existentes&quot;; coisa pra facilitar o contato com a opinião pública; apenas &quot;projeto&quot;.  Uma ferrovia entre sul de Minas e região de Campinas (entenda-se BH/Campinas pois são grandes centros com bitola mista), nasceria do futuro anel ferroviário norte em território paulista, contemplaria  linhas da FCA até proximidades de Mogi-Mirim/SP  e subiria pelo sul de Minas nas proximidades do traçado antigo - via proximidades de Pouso Alegre e se dirigindo a Três Corações (sempre em bitola mista). Em Três Corações já tem a bitola métrica vindo de Lavras e um importante ramal para Varginha. A bitola larga, por sua vez iria se ligar ao pátio de ferrovia do Aço, já nas proximidades de São João Del Rey (pátio &quot;Itutinga&quot; como no projeto original). Teríamos tudo de volta - reconstrução da ferrovia Varginha/Porto de Santos está incluído, com bitola também larga.  Tudo fora de cidade; uma ferrovia moderna. O resto é desconversar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Existem muitas maneiras de desconversar um assunto. Dizer que uma ferrovia &#8220;Varginha/Poços de Caldas&#8221; resolve o problema que temos e aplica a solução  que apontamos é desconversar totalmente. Entre Varginha e Poços de Caldas não há topografia  favorável &#8211; só milhões e  milhões de toneladas de minério de ferro justificaria um investimento ferroviário ali. Pra piorar, o trecho Poços de Caldas/MG a Aguaí/SP  é de perfil anti-econômico; sinuoso e acidentado; coisa de 150 anos atrás &#8211; não atende demanda alguma. Se existe &#8220;lei e mapa&#8221; apontando ferrovia ali é porque foi feito sem estudo, apenas pegando o ponto mais próximo entre as vias &#8220;existentes&#8221;; coisa pra facilitar o contato com a opinião pública; apenas &#8220;projeto&#8221;.  Uma ferrovia entre sul de Minas e região de Campinas (entenda-se BH/Campinas pois são grandes centros com bitola mista), nasceria do futuro anel ferroviário norte em território paulista, contemplaria  linhas da FCA até proximidades de Mogi-Mirim/SP  e subiria pelo sul de Minas nas proximidades do traçado antigo &#8211; via proximidades de Pouso Alegre e se dirigindo a Três Corações (sempre em bitola mista). Em Três Corações já tem a bitola métrica vindo de Lavras e um importante ramal para Varginha. A bitola larga, por sua vez iria se ligar ao pátio de ferrovia do Aço, já nas proximidades de São João Del Rey (pátio &#8220;Itutinga&#8221; como no projeto original). Teríamos tudo de volta &#8211; reconstrução da ferrovia Varginha/Porto de Santos está incluído, com bitola também larga.  Tudo fora de cidade; uma ferrovia moderna. O resto é desconversar.</p>
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		<title>Comentário sobre A volta da Ad-Trem por Revista Ferroviária</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=210&#038;cpage=1#comment-2129</link>
		<dc:creator>Revista Ferroviária</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 20:49:45 +0000</pubDate>
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		<description>Eu gostaria então de abrir uma discussão sobre o TAV x trens regionais. O governo de São Paulo está com receio de lançar a licitação para o estudo executivo do trem regional de Jundiaí porque sabe que o TAV, se vier efetivamente a ser licitado este ano, como diz o governo federal, vai disputar os recursos dos investidores privados -- já que nos dois projetos haveria participação privada. É claro que os investidores hesitariam -- como já hesitaram no trem de Guarulhos -- em entrar num projeto paulista que poderia sofrer amanhã a concorrência de um outro trem fazendo o mesmo percurso, e com mais prestígio e incorporação de tecnologia. O que acham os amigos do blog?: os dois projetos competem? Neste caso, um deveria esperar pelo outro? O certo é que, sem uma clara decisão sobre o assunto, São Paulo continuará esperando e corremos o risco de não ter nem trens regionais nem TAV.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostaria então de abrir uma discussão sobre o TAV x trens regionais. O governo de São Paulo está com receio de lançar a licitação para o estudo executivo do trem regional de Jundiaí porque sabe que o TAV, se vier efetivamente a ser licitado este ano, como diz o governo federal, vai disputar os recursos dos investidores privados &#8212; já que nos dois projetos haveria participação privada. É claro que os investidores hesitariam &#8212; como já hesitaram no trem de Guarulhos &#8212; em entrar num projeto paulista que poderia sofrer amanhã a concorrência de um outro trem fazendo o mesmo percurso, e com mais prestígio e incorporação de tecnologia. O que acham os amigos do blog?: os dois projetos competem? Neste caso, um deveria esperar pelo outro? O certo é que, sem uma clara decisão sobre o assunto, São Paulo continuará esperando e corremos o risco de não ter nem trens regionais nem TAV.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre A volta da Ad-Trem por Dagoberto Braga Junior</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=210&#038;cpage=1#comment-2128</link>
		<dc:creator>Dagoberto Braga Junior</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 14:05:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=210#comment-2128</guid>
		<description>Estamos no dia 17/04/2012, não temos visto nenhuma nova discussão no nosso BLOG, será que todos os assuntos foram esgotados? Tivemos discussões sobre os mais diversos assuntos, por um bom tempo o TAV imperou, hoje sabemos que o TAV do jeito que o govêrnos quer, TAVez(foi ruim) não saia nunca, mas temos muita coisa para discutir:
a) o que fazer com os trechos abandonados
b) quando chegaremos aos almejados 100.000km de ferrovia instalados
c) os trens regionais, sonho ou realidade?
d) por que não sonhar com um sistema semelhante ao AMTRAK, teríamos inúmeros ítens para desenvolver.
Vamos lá pessoal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos no dia 17/04/2012, não temos visto nenhuma nova discussão no nosso BLOG, será que todos os assuntos foram esgotados? Tivemos discussões sobre os mais diversos assuntos, por um bom tempo o TAV imperou, hoje sabemos que o TAV do jeito que o govêrnos quer, TAVez(foi ruim) não saia nunca, mas temos muita coisa para discutir:<br />
a) o que fazer com os trechos abandonados<br />
b) quando chegaremos aos almejados 100.000km de ferrovia instalados<br />
c) os trens regionais, sonho ou realidade?<br />
d) por que não sonhar com um sistema semelhante ao AMTRAK, teríamos inúmeros ítens para desenvolver.<br />
Vamos lá pessoal.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Bitolas múltiplas por Francisco A. Klefenz</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150&#038;cpage=2#comment-2127</link>
		<dc:creator>Francisco A. Klefenz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 01:11:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150#comment-2127</guid>
		<description>Valer a pena abordar novamente a questão das bitolas, desta vez em um post específico, exatamente por este tema gerar tantas atenções e comentários, além de se tratar de um item fundamental em uma futura integração nacional e continental das nossas ferrovias. Integração só com o Sistema K &amp; K .O unico capaz de fazer, com o menor custo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valer a pena abordar novamente a questão das bitolas, desta vez em um post específico, exatamente por este tema gerar tantas atenções e comentários, além de se tratar de um item fundamental em uma futura integração nacional e continental das nossas ferrovias. Integração só com o Sistema K &amp; K .O unico capaz de fazer, com o menor custo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Bitolas múltiplas por Luiz Carlos Leoni</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150&#038;cpage=2#comment-2126</link>
		<dc:creator>Luiz Carlos Leoni</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 00:46:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150#comment-2126</guid>
		<description>Com relação ao trem expresso de ~510 km que se pretende implantar no Brasil entre Rio e Campinas, a alimentação elétrica existem duas opções, segundo folder de comparação de equipamentos propostos pela &quot;Halcrow&quot;, 1ª- 25 kVca 25 mil Volts corrente alternada, ou 2ª- 3 kVcc 3 mil Volts corrente contínua, esta ultima é a alimentação padrão dos trens suburbanos e locomotivas elétricas no Brasil, ambas via uso de pantografo, exatamente igual a brasileira, daí a insistência de se implantar a bitola em 1,6m, ou seja podendo utilizar a estrutura auxiliar existente, como pátios, oficinas, garagens, e equipamento de manutenção de vias comuns, uniformizando a bitola dos trens suburbanos, expresso e metro em 1,6 m.

Portanto se não for para uniformizar o trem expresso em 1,6 m  e tratar como independente, entendo ser o Maglev a opção
mais moderna e conveniente para o Brasil, pois também não utiliza o pantógrafo.

A proposta de se implantar uma nova bitola no Brasil, é uma  clara demonstração de insensatez de que se não aprendeu nada com os erros do passado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com relação ao trem expresso de ~510 km que se pretende implantar no Brasil entre Rio e Campinas, a alimentação elétrica existem duas opções, segundo folder de comparação de equipamentos propostos pela &#8220;Halcrow&#8221;, 1ª- 25 kVca 25 mil Volts corrente alternada, ou 2ª- 3 kVcc 3 mil Volts corrente contínua, esta ultima é a alimentação padrão dos trens suburbanos e locomotivas elétricas no Brasil, ambas via uso de pantografo, exatamente igual a brasileira, daí a insistência de se implantar a bitola em 1,6m, ou seja podendo utilizar a estrutura auxiliar existente, como pátios, oficinas, garagens, e equipamento de manutenção de vias comuns, uniformizando a bitola dos trens suburbanos, expresso e metro em 1,6 m.</p>
<p>Portanto se não for para uniformizar o trem expresso em 1,6 m  e tratar como independente, entendo ser o Maglev a opção<br />
mais moderna e conveniente para o Brasil, pois também não utiliza o pantógrafo.</p>
<p>A proposta de se implantar uma nova bitola no Brasil, é uma  clara demonstração de insensatez de que se não aprendeu nada com os erros do passado.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A volta da Ad-Trem por Dagoberto Braga Junior</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=210&#038;cpage=1#comment-2125</link>
		<dc:creator>Dagoberto Braga Junior</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 16:23:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=210#comment-2125</guid>
		<description>Dias atrás vi na televisão uma máquina, e que equipamento, que sózinha constrói ferrovias,  algo estupendo, creio que não existe nenhuma desss tipo por aqui.
Fico imaginando tanto se fala em novos investimentos, novos trechos sendo construidos e, no sistema antigo. Vimos também a construção da ferrovia mais alta do mundo, na CHINA e a tecnologia empregada, espantoso. Conseguiram construir um TAV, maior do que vai ser o nosso, se sair, por um custo infinitamente maior. Pensamos se é algo de ficção ou se é real, é claro que é real, e nós, é para pensar não é.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dias atrás vi na televisão uma máquina, e que equipamento, que sózinha constrói ferrovias,  algo estupendo, creio que não existe nenhuma desss tipo por aqui.<br />
Fico imaginando tanto se fala em novos investimentos, novos trechos sendo construidos e, no sistema antigo. Vimos também a construção da ferrovia mais alta do mundo, na CHINA e a tecnologia empregada, espantoso. Conseguiram construir um TAV, maior do que vai ser o nosso, se sair, por um custo infinitamente maior. Pensamos se é algo de ficção ou se é real, é claro que é real, e nós, é para pensar não é.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Que venham todos por Dagoberto Braga Junior</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=202&#038;cpage=1#comment-2124</link>
		<dc:creator>Dagoberto Braga Junior</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 18:34:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=202#comment-2124</guid>
		<description>Creio ser tudo uma questão economica. Quem vem de fora para produzir aqui, tem que seguir nossas regras, uma infinidade de impostos para o governo custear a sua irresponsabilidade, o que realmente precisamos e já algo à caminho é uma legislação que motive os fornecedores de peças e componentes à produzirem, como redução ou isenção de IPI e o mesmo com o ICMS, caso contrário vamos ter muito equipamento e peças da China em detretimento aos fabricantes locais, estamos na contra-mão da história.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio ser tudo uma questão economica. Quem vem de fora para produzir aqui, tem que seguir nossas regras, uma infinidade de impostos para o governo custear a sua irresponsabilidade, o que realmente precisamos e já algo à caminho é uma legislação que motive os fornecedores de peças e componentes à produzirem, como redução ou isenção de IPI e o mesmo com o ICMS, caso contrário vamos ter muito equipamento e peças da China em detretimento aos fabricantes locais, estamos na contra-mão da história.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Bitolas múltiplas por Luiz Carlos Leoni</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150&#038;cpage=2#comment-2123</link>
		<dc:creator>Luiz Carlos Leoni</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 13:52:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150#comment-2123</guid>
		<description>Prezado eng° Dalmo Marques,

 É com enorme satisfação que escrevo para esta prestigiosa revista.

 O assunto é bitolas ferroviárias brasileiras, na qual os descritivos dos  erros históricos já foram amplamente abordados.
 Porém algo de insensato ainda esta para ocorrer, que é esta intenção de se regulamentar uma terceira, a se juntar as duas principais existentes, que cada uma no seu lugar estão funcionado bem, sem noções de custo de logistíca, sobressalentes e ativos, demonstrando em pleno século XXI que não aprenderam com os erros do passado, pois a decisão é política e não tem nenhum respaldo técnico.
 Um argumento é o custo, facilmente rebatido se analisarmos   algumas planilhas especializadas, como a www.marcusquintela.com.br entre outras, o outro é tentar impor uma bitola ultrapassada (antigos bondes Paulistanos, Santa Teresa-RJ e Santos-SP ).
 Outro questionamento, é quanto a capacidade da indústria ferroviária nacional, lembrando que o Brasil possui ampla capacitação técnológica, expl.:Usinas hidroelétricas, termoelétricas e nuclear, Aeronáutica, Construção civil pesada, tuneis, metro, pontes, Petroquímica, Telecomunicações, Petroleiras, Pré Sal e inumeráveis outras, sendo que em décadas passadas a Mafersa e a Cobrasma foram as grandes fornecedoras do material ferroviário existente, muitos sendo utilizados até hoje.
 Gostaria de propor as pessoas como você, o João Bosco, e o Mauricio Arraes entre outras que tem este pensamento comum, que nos uníssemos para elaborar um texto comum para tentar reverter esta situação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado eng° Dalmo Marques,</p>
<p> É com enorme satisfação que escrevo para esta prestigiosa revista.</p>
<p> O assunto é bitolas ferroviárias brasileiras, na qual os descritivos dos  erros históricos já foram amplamente abordados.<br />
 Porém algo de insensato ainda esta para ocorrer, que é esta intenção de se regulamentar uma terceira, a se juntar as duas principais existentes, que cada uma no seu lugar estão funcionado bem, sem noções de custo de logistíca, sobressalentes e ativos, demonstrando em pleno século XXI que não aprenderam com os erros do passado, pois a decisão é política e não tem nenhum respaldo técnico.<br />
 Um argumento é o custo, facilmente rebatido se analisarmos   algumas planilhas especializadas, como a <a href="http://www.marcusquintela.com.br" rel="nofollow">http://www.marcusquintela.com.br</a> entre outras, o outro é tentar impor uma bitola ultrapassada (antigos bondes Paulistanos, Santa Teresa-RJ e Santos-SP ).<br />
 Outro questionamento, é quanto a capacidade da indústria ferroviária nacional, lembrando que o Brasil possui ampla capacitação técnológica, expl.:Usinas hidroelétricas, termoelétricas e nuclear, Aeronáutica, Construção civil pesada, tuneis, metro, pontes, Petroquímica, Telecomunicações, Petroleiras, Pré Sal e inumeráveis outras, sendo que em décadas passadas a Mafersa e a Cobrasma foram as grandes fornecedoras do material ferroviário existente, muitos sendo utilizados até hoje.<br />
 Gostaria de propor as pessoas como você, o João Bosco, e o Mauricio Arraes entre outras que tem este pensamento comum, que nos uníssemos para elaborar um texto comum para tentar reverter esta situação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Bitolas múltiplas por Luiz Carlos Leoni</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150&#038;cpage=2#comment-2122</link>
		<dc:creator>Luiz Carlos Leoni</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 19:14:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150#comment-2122</guid>
		<description>Conforme tabela de concessões ferroviarias da ANTT de 2009-São as seguintes as extenções ferroviarias em km  no Brasil, 5.726 em 1,6m 23.207 em 1,0m e sómente 194 em 1,435m (antigos bondes Paulistanos, Santa Tereza-RJ e Santos-SP, e é em uma ferrovia isolada no norte.

A escolhida para o TAV, é divergente das duas principais bitolas existentes no Brasil, sendo que a de 1,6m é superior em 165mm, &quot;Proporciona superior estabilidade, capacidade de carga, interpenetração (integração) em pátios de manobra, oficinas, lavagens, garagens, estações comuns, racionalização de sobressalentes e ativos com redução de custo.

Algumas importantíssimas informações foram omitidas pelo consorcio encarregado pelo detalhamento do TAV:
1ª-Ignorar os 5726km em 1,6m sendo a maioria localizada na principal região econômica, inclusive 100% do trecho Rio-SP-Campinas ~570km 10% do total.
2ª-Na maioria dos locais onde existem os TAV as composições utilizam a mesma estação dos trens suburbanos, além de sua própria (integração), podendo em alguns locais se usar a litorina em traechos regionais.
3ª-Regulamentar a 3ª bitola no Brasil, uma vez que as duas principais é impossível e antieconômico deixar de existir.
4ª-O custo de se utilizar em 1,6m é praticamente o mesmo, ( Sendo menor, se considerar a integração), pois o que muda é o &quot;truque&quot;, pois o vagão e o gabarito do tunel é o mesmo.

Um importante episódio aconteceu em SP após a privatização do sistema de comunicação a qual a vencedora foi a Telefônica
Um presente de varias composições de trens suburbanos usados em bom estado, provenientes da Espanha, (1,668 m) que após alguns meses já estavam rodando em SP, (1,6 m.)
Como pode isto ocorrer, uma vez não houve alteração do vagão, não modificado seu interior ?

Resposta: Isto ocorreu porque o que foi substítuído foi somente o &quot;truque&quot;, pois a largura do vagão é padrão, (Dismistificando a 4ª informação com relaão ao custo).

Estou de acordo com as opiniões dos Sr. João Bosco do Amarante da Siveira e Mauricio Arraes já registrados nesta prestigiosa revista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme tabela de concessões ferroviarias da ANTT de 2009-São as seguintes as extenções ferroviarias em km  no Brasil, 5.726 em 1,6m 23.207 em 1,0m e sómente 194 em 1,435m (antigos bondes Paulistanos, Santa Tereza-RJ e Santos-SP, e é em uma ferrovia isolada no norte.</p>
<p>A escolhida para o TAV, é divergente das duas principais bitolas existentes no Brasil, sendo que a de 1,6m é superior em 165mm, &#8220;Proporciona superior estabilidade, capacidade de carga, interpenetração (integração) em pátios de manobra, oficinas, lavagens, garagens, estações comuns, racionalização de sobressalentes e ativos com redução de custo.</p>
<p>Algumas importantíssimas informações foram omitidas pelo consorcio encarregado pelo detalhamento do TAV:<br />
1ª-Ignorar os 5726km em 1,6m sendo a maioria localizada na principal região econômica, inclusive 100% do trecho Rio-SP-Campinas ~570km 10% do total.<br />
2ª-Na maioria dos locais onde existem os TAV as composições utilizam a mesma estação dos trens suburbanos, além de sua própria (integração), podendo em alguns locais se usar a litorina em traechos regionais.<br />
3ª-Regulamentar a 3ª bitola no Brasil, uma vez que as duas principais é impossível e antieconômico deixar de existir.<br />
4ª-O custo de se utilizar em 1,6m é praticamente o mesmo, ( Sendo menor, se considerar a integração), pois o que muda é o &#8220;truque&#8221;, pois o vagão e o gabarito do tunel é o mesmo.</p>
<p>Um importante episódio aconteceu em SP após a privatização do sistema de comunicação a qual a vencedora foi a Telefônica<br />
Um presente de varias composições de trens suburbanos usados em bom estado, provenientes da Espanha, (1,668 m) que após alguns meses já estavam rodando em SP, (1,6 m.)<br />
Como pode isto ocorrer, uma vez não houve alteração do vagão, não modificado seu interior ?</p>
<p>Resposta: Isto ocorreu porque o que foi substítuído foi somente o &#8220;truque&#8221;, pois a largura do vagão é padrão, (Dismistificando a 4ª informação com relaão ao custo).</p>
<p>Estou de acordo com as opiniões dos Sr. João Bosco do Amarante da Siveira e Mauricio Arraes já registrados nesta prestigiosa revista.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Bitolas múltiplas por Luiz Carlos Leoni</title>
		<link>http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150&#038;cpage=2#comment-2121</link>
		<dc:creator>Luiz Carlos Leoni</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 22:06:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.revistaferroviaria.com.br/blog/?p=150#comment-2121</guid>
		<description>Com a divulgação de licitação para uma possivel implantação de um trem de alta velocidade-TAV, observei que a bitola sugerida é de 1,435mm (dos antigos bondes, Santa Tereza no RJ e Santos - SP, praticamente inexistente no Brasil, e que nenhum país que faz fronteira com o Brasil, possui esta bitola regularmente, a Argentina a principal é a Ibérica, se integra com o Brasil com a metrica e possui menos de 10% 1,435mm, sendo com Bolívia integrado com a metrica.

Divergente das duas principais existentes no Brasil, ~23500 km de metrica, ~5400 km de 1,6m e apenas ~250 km 1,435 numa ferrovia isolada no Amapá segundo tabela de 2009 da ANTT, e a de 1,6 m é a preferencial, sendo superior em 165mm a proposta pelo edital, proporciona superior estabilidade, capacidade de carga, além de interpenetração em pátios de manobra, oficinas, lavagens, garagens entre outras inumeraveis existentes.

Hoje nos locais onde existem o terceiro trilho (mista), as ferrovias tem de possuir conjuntos de locomotivas, vagões, e equipamentos de manutenção de vias duplicados, duplicando o custo, o mesmo ocorrendo com sobressalentes e ativos com grandes dificuldades logisticas, que os profissionais que trabalham nesta área sabem como ninguém.

Implantando esta terceira como regulamentada, Esta licitação trata do assunto como independente e nunca o sistema pudesse se integrar, repetindo os erros do passado quando não se tinham parâmetros de tecnologia, além do deprezo aos esforços de racionalização de equipamentos, lembrando do que 100% deste trecho Rio S Paulo Campinas, é em 1,6m ~540km é 10% do total instalado no Brasil, inclusive ~99 % dos trens suburbanos, metro e cargueiros, e só não é 100% por que politicos infames, do metro de S Paulo inventaram de criar duas linhas nesta bitola de 1,435mm sob um falso argumento de custo, (que num próximo comentário pretendo 
esclarescer), mas que o motivo real mesmo é politico, e dificultar a integração com o existente pois são uma concessão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com a divulgação de licitação para uma possivel implantação de um trem de alta velocidade-TAV, observei que a bitola sugerida é de 1,435mm (dos antigos bondes, Santa Tereza no RJ e Santos &#8211; SP, praticamente inexistente no Brasil, e que nenhum país que faz fronteira com o Brasil, possui esta bitola regularmente, a Argentina a principal é a Ibérica, se integra com o Brasil com a metrica e possui menos de 10% 1,435mm, sendo com Bolívia integrado com a metrica.</p>
<p>Divergente das duas principais existentes no Brasil, ~23500 km de metrica, ~5400 km de 1,6m e apenas ~250 km 1,435 numa ferrovia isolada no Amapá segundo tabela de 2009 da ANTT, e a de 1,6 m é a preferencial, sendo superior em 165mm a proposta pelo edital, proporciona superior estabilidade, capacidade de carga, além de interpenetração em pátios de manobra, oficinas, lavagens, garagens entre outras inumeraveis existentes.</p>
<p>Hoje nos locais onde existem o terceiro trilho (mista), as ferrovias tem de possuir conjuntos de locomotivas, vagões, e equipamentos de manutenção de vias duplicados, duplicando o custo, o mesmo ocorrendo com sobressalentes e ativos com grandes dificuldades logisticas, que os profissionais que trabalham nesta área sabem como ninguém.</p>
<p>Implantando esta terceira como regulamentada, Esta licitação trata do assunto como independente e nunca o sistema pudesse se integrar, repetindo os erros do passado quando não se tinham parâmetros de tecnologia, além do deprezo aos esforços de racionalização de equipamentos, lembrando do que 100% deste trecho Rio S Paulo Campinas, é em 1,6m ~540km é 10% do total instalado no Brasil, inclusive ~99 % dos trens suburbanos, metro e cargueiros, e só não é 100% por que politicos infames, do metro de S Paulo inventaram de criar duas linhas nesta bitola de 1,435mm sob um falso argumento de custo, (que num próximo comentário pretendo<br />
esclarescer), mas que o motivo real mesmo é politico, e dificultar a integração com o existente pois são uma concessão.</p>
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